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oitentaeoitosim

16
Nov17

Cuidados 2

Jorge

O assédio sexual é abjeto e, deseja-se que seja considerado prática criminosa, por assentar mal em alguém, por constituir vil baixeza, seja em países desenvolvido, ou por desenvolver.

Se a pertença a um grupo social exige consenso e decoro (mesmo que decorativos), no dia-a-dia, mais disso se deve imiscuir nas relações íntimas que se querem livremente assumidas, em solicitação e ternura (ou amor p.d.).

A paz social favorece as trocas feitas em competição decorosa (o confronto aberto tem o seu tempo e o seu modo); as malquerenças introduzem tergiversações indesejadas que tolhem o normal funcionamento das instituições, num país desenvolvido, ou por desenvolver.

As mulheres são as maiores vítimas do assédio sexual (infelizmente as crianças também estão a figurar na listas de tal perversidade), muito embora seja cada vez mais de Lei que, lhes assiste todo o direito de pôr e dispor das suas existências, sobretudo em países desenvolvidos, que os países por desenvolver recalcitram mais que à conta.

Pelo que se vê e entende, o assédio sexual bebe da mesma fonte do machismo, do racismo e duma porrada doutros «ismos» péssimos que por aí desinquietam pessoas e instituições.

Mais poderio, no limite, induz complexos de superioridade, facilitadores de desmandos. Também há os casos simplesmente doentios, ou indivíduos culturalmente convictos que não se perde uma boa oportunidade para subir na consideração dos amigalhaços. Isto não acontece apenas em países desenvolvidos, também nos países por desenvolver em países desenvolvidos, ou a desenvolver

Há muita gente por aí capaz de jurar que há mulheres capazes de levar os homens à intemperança, sim porque que a carne (dos homens) é fraca, o que até é bem capaz de conter uns pozinhos de verdade, embora sejam conhecidas melhores estratégias de tapar o  sol com uma peneira, seja em países desenvolvidos (ou por aí), seja em países por desenvolver.

Andam bem avisados os fúcaros que evitam dar de caras – está-lhes na massa do sangue - com as figuras tristes que outros fazem: criam clubes privados (de conluio com o bas fonds), associações secretas, sociedades secretas, reuniões secretas, fechadas a 7 chaves, para melhor tratar dos seus impulsos; são os tios patinhas tansos os que caem nas esparrelas e acabam na maledicência, tanto em países desenvolvidos e por desenvolver.

«O mal às vezes triunfa, mas nunca vence» - Bem podia ser a moral a tirar das recentes estórias de assédio sexual, nos States. Há ídolos de pés de barro que caem, há negócios a ressentir-se, e ainda não se apurou o ressentimento das Bolsas. Todavia, a seu tempo o lugar ora vazio terá pretendentes de sobra, que a engenhoca que a todos governa não pode ficar ao abandono... O bem parece arredio das grandes maquinações sociais, seja em países desenvolvidos, ou em países por desenvolver.

Uma distribuição de riqueza equitativa entre homens e mulheres (corrigir as dissimetrias por escalões sociais, por género é mais complicado) promete muito na erradicação de escandaleiras sexuais. Sejam bem-vindas todas as tentativas de igualitarismo socioeconómico, em países desenvolvidos, ou em países por desenvolver (ou por aí)!

Hora breve!

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